Redação
Após relatos de tartarugas-da-Amazônia encontradas mortas no Lago Rico, afluente do rio Araguaia, em Aruanã, Goiás, uma operação de fiscalização foi realizada por especialistas e autoridades ambientais na região. Durante a inspeção, 11 tartarugas foram encontradas em estado crítico: sete estavam vivas, mas debilitadas, e quatro já haviam morrido.
Em nota, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou que foram feitas necropsias nos animais e coletadas amostras para exames laboratoriais, incluindo análises toxicológicas, visando identificar as causas do incidente. O guia de turismo e pesca esportiva Wesley Lopes, conhecido como Wesley Pezão, divulgou o caso nas redes sociais e relatou nunca ter presenciado situação semelhante em seus 25 anos de trabalho na região.
As autoridades seguem investigando e não descartam nenhuma hipótese sobre a causa das mortes. Entre as possibilidades, estão doenças, intoxicação ambiental e práticas de pesca inadequadas. Além do Ibama, participam da investigação biólogos e pesquisadores de várias instituições, como a Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Estadual de Goiás (UEG), Projeto Araguaia Vivo, PPBio Araguaia e o Batalhão de Polícia Militar Ambiental
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